A pesquisa, orientada pelo professor da UFPB Sandro Marden Torres, avalia a cinza do bagaço da cana-de-açúcar para produzir materiais estruturais. Esses resíduos serão utilizados em um geopolímero, em substituição ao cimento, uma das substâncias mais utilizadas pelo homem. Ao contrário deste, o geopolímero é produzido em temperatura ambiente e libera uma quantidade mínima de gás carbônico para a atmosfera. A repórter
Umberlândia Cabral traz mais informações.
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